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Isso só foi possível graças às últimas administrações do município, com visões de desenvolvimento – seguras e ininterruptas, incluindo a atual -, com objetivos reais de proporcionar oportunidades de crescimento e planejou com base em cenários reais, a disponibilização de apoio e políticas públicas voltadas à qualificação da gestão empresarial, bem como à formação da mão de obra necessária
Em 2024, foram abertas 11 empresas em Riversul. Já em 2025, o número saltou para 28 novos negócios, colocando o município em destaque entre as 32 cidades da região de Itapeva.
Levantamento recente da Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp) revela um cenário de forte crescimento regional, com alta geral de 17,21% no período. O avanço foi impulsionado por aumentos expressivos em diversos municípios, com destaque para Riversul (+154,55%), Itaóca (+86%) e Ribeirão Grande (+75%), indicando desempenhos fora da curva.
Por outro lado, algumas cidades registraram retração significativa, como Iporanga (-42,86%), Ribeira (-28,57%), Angatuba (-18,29%) e Itaí (-10,42%), evidenciando um desenvolvimento desigual na região.
Confira os vídeos em que os próprios empreendedores contam suas histórias:
Laércio Almeida – Droga 10

Um dos protagonistas do desenvolvimento econômico de Riversul, Laércio Almeida, um dos cinco irmãos de uma família humilde, começou a trabalhar ainda na infância como vendedor de alface, guardinha-mirim e, posteriormente, como empregado em uma farmácia.
Comunicativo e com forte vocação empreendedora, anos depois — em um negócio de pai para filho — tornou-se proprietário da farmácia, que hoje completa 25 anos de história.
Muito querido pela população e movido pelo desejo de contribuir para o crescimento da cidade, ao longo dessas duas décadas e meia ele poupou e investiu em imóveis e terrenos. Nesses espaços, construiu empreendimentos como o prédio do Sicredi e o Edifício Shalom — palavra em hebraico que significa “paz”, “harmonia”, “integração” e “bem-estar”.
O edifício abriga um hotel e uma ótica – estabelecimentos até então inexistentes na cidade -, além de salas comerciais destinadas a escritórios e consultórios médicos e odontológicos.
Além disso, por meio de suas ações e também de sua fé, contribuiu para resgatar e revitalizar a antiga Rua do Comércio, que, na década de 1950, contava com poucos estabelecimentos. Hoje, a Rua João Antonio se destaca pela diversidade de comércios e serviços, tornando-se motivo de orgulho para a população riversulense.
Laércio está num outro grande projeto dos seus sonhos: cursando uma puxada faculdade de medicina – que é de tempo integral e duração de 6 anos -, já fez praticamente a metade do caminho, já indo para o 3º ano .









Glov Confecções – Letícia de Fátima Francisco e Gustavo Martani

De origem humilde, em Coronel Macedo (SP), filha de trabalhadores rurais, Letícia começou cedo na confecção. Ainda criança, saía da escola para ajudar a mãe, que trabalhava como auxiliar em uma empresa do setor. Entre os 12 e 13 anos, ao sentar-se em uma máquina de costura, identificou-se com a atividade e passou a aprender profissão.
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Na vida adulta, mudou-se para itu (SP), onde começou a trabalhar em uma confecção de uniformes e conheceu o marido, Gustavo, também oriundo de uma família de costureiros.
Com o nascimento das filhas, o casal retornou a Coronel Macedo e seguiu trabalhando em confecções,enfrentando uma rotina desgastante de viagens diárias: ela para Taquarituba e ele
para Taguaí.
Diante do cansaço e da instabilidade, decidiram deixar os empregos, adquiriram quatro máquinas e abriram a própria confecção. Durante a Copa do Mundo de 2014, a demanda por camisetas disparou e chegaram a produzir 3 mil peças. No entanto, pela falta de experiência em gestão administrativa, o negócio acabou não se sustentando. Ainda assim, não desistiram.
O casal mudou-se para Itaporanga (SP) e recomeçou do zero, trabalhando na garagem de casa, que sequer possuía portas – apenas um encerado fazia essa função. Com o tempo, a produção cresceu e chegaram a empregar 18 funcionários.
Ao precisarem expandir, buscaram apoio do município para o aluguel de um espaço maior, mas não conseguiram, pois a legislação do programa em Itaporanga exigia um número mínimo de funcionários.
Riversul surge como oportunidade
Um vizinho da confecção, Marcelo José da Silva – na época funcionário da APAE de Riversul e hoje assistente social no Lar São Vicente de Paula de Itaporanga —, ao conhecer a história do casal, levou o fato a Riversul.
A vereadora Regiane Secco tomou conhecimento e junto com Adelson, visitou a confecção em Itaporanga para conhecer a realidade da empresa e verificar o interesse na mudança para Riversul. Com a confirmação, o casal foi recebido pelo então prefeito José Guilherme Gomes, que ofereceu apoio e estrutura para a instalação do negócio em Riversul, independentemente do número de funcionários.
A empresa iniciou suas atividades em um pequeno barracão. Com o crescimento, mudou-se para um segundo espaço e, atualmente, está no terceiro — já com perspectiva de nova ampliação. Hoje, com cerca de 40 colaboradores a produção chega a cerca de 25 mil peças mensais, atendendo grandes magazines do Brasil.
“Agradecemos à vereadora Regiane Secco, ao ex-prefeito Guilherme, que nos recebeu tão bem em Riversul, e também ao atual prefeito Marcos, que continua abrindo portas para o nosso crescimento, e também aos nossos colabores, principais responsáveis por nosso sucesso”, destacam Letícia e Gustavo.



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